terça-feira, 4 de outubro de 2011
Poça
As ruas estão cheias delas
Límpidas ou imundas- água parada
De seu modo refletem o céu
Imitam sua silhueta
Iludem os pássaros
Ficam ali, simplesmente imóveis
Esperando o dia de glória
Quando finalmente irão sublimar
Se juntarão as nuvens.
DF
sábado, 27 de agosto de 2011
Esperança
Crer para desta forma não desistir
Um simples tônico interno
Algo tão pessoal e tão falso
Tão belo e etéreo
Espero que nunca definhe.
DF
Um simples tônico interno
Algo tão pessoal e tão falso
Tão belo e etéreo
Espero que nunca definhe.
DF
Geminianos
Senhores do conhecimento
São todos, e nenhum ao mesmo tempo
Uma completa farsa, porém uma farsa tão verdadeira
Uma farsa deliciosa - apaixonante
Assim disfarçam o seu vazio
Sua completa confusão interna
São tudo e nada ao mesmo tempo.
DF
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Müde!
E aquele céu se tornou completamente negro
Porém nenhuma gota de tristeza ou alegria
Surgiu da amplidão de suas fissuras
Somente permaneceu assim ...
Seco - monocromático
Esperando os raios de um novo dia.
DF
domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Só
Não fui, na infância, como os outros
e nunca vi como outros viam.
Minhas paixões eu não podia
tirar de fonte igual à deles;
e era outra a origem da tristeza,
e era outro o canto, que acordava
o coração para a alegria.
Tudo o que amei, amei sozinho.
[...]
Edgar Allan Poe
e nunca vi como outros viam.
Minhas paixões eu não podia
tirar de fonte igual à deles;
e era outra a origem da tristeza,
e era outro o canto, que acordava
o coração para a alegria.
Tudo o que amei, amei sozinho.
[...]
Edgar Allan Poe
sábado, 9 de abril de 2011
Nada é mais incômodo para a arrogância humana do que o silencioso bastar-se dos gatos.
O só pedir a quem amam.
O só amar a quem os merece.
O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência.
O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor, só as saudáveis"
(Artur da Távola)
O só pedir a quem amam.
O só amar a quem os merece.
O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência.
O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor, só as saudáveis"
(Artur da Távola)
quinta-feira, 7 de abril de 2011
O adeus!
Ah! o abraço de despedida,
como o amo e odeio...
és o mais doce e mais amargo
minh'alma sempre escapa por ele
tentando não selar a partida ...
DF
como o amo e odeio...
és o mais doce e mais amargo
minh'alma sempre escapa por ele
tentando não selar a partida ...
DF
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Corpos Celestes
Houve um tempo que você era meu sol
sempre a pino,meu farol guia
aquecendo todos os meus sentidos
Me cegava e submergia em torpor
esperava aflita o dia de teu pôr.
O dia fatídico chegou
tua luz se foi e não mais voltou
Mergulhada na noite profunda
lua e estrelas me guiam
A luz fria que emana de seus corpos
pouco nutrem meus desejos de ti.
Era soberano,único no céu
em seu divino trono
Agora há outros no véu
negro que restou de meu peito
Não direi que és a razão de meu viver
pois ainda vivo,mesmo sem você
A cada momento de suspiro ou labor
sonho em receber de ti torpor
Permaneço em profunda angústia
usufruo de outros corpos celestes
que na eterna noite se encontram
como eu.
DF
sempre a pino,meu farol guia
aquecendo todos os meus sentidos
Me cegava e submergia em torpor
esperava aflita o dia de teu pôr.
O dia fatídico chegou
tua luz se foi e não mais voltou
Mergulhada na noite profunda
lua e estrelas me guiam
A luz fria que emana de seus corpos
pouco nutrem meus desejos de ti.
Era soberano,único no céu
em seu divino trono
Agora há outros no véu
negro que restou de meu peito
Não direi que és a razão de meu viver
pois ainda vivo,mesmo sem você
A cada momento de suspiro ou labor
sonho em receber de ti torpor
Permaneço em profunda angústia
usufruo de outros corpos celestes
que na eterna noite se encontram
como eu.
DF
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