Nada é mais incômodo para a arrogância humana do que o silencioso bastar-se dos gatos.
O só pedir a quem amam.
O só amar a quem os merece.
O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência.
O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor, só as saudáveis"
(Artur da Távola)

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