sábado, 9 de abril de 2011

Nada é mais incômodo para a arrogância humana do que o silencioso bastar-se dos gatos.
O só pedir a quem amam.
O só amar a quem os merece.
O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência.
O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor, só as saudáveis"


(Artur da Távola)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O adeus!

Ah! o abraço de despedida,
como o amo e odeio...
és o mais doce e mais amargo
minh'alma sempre escapa por ele
tentando não selar a partida ...

DF